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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Tyranni
Infraordem: Furnariides
 Sibley, Ahlquist & Monroe, 1988
Parvordem: Furnariida
Superfamília: Furnarioidea
 Gray, 1840
Família: Dendrocolaptidae
 Gray, 1840
Subfamília: Dendrocolaptinae
 Gray, 1840
Espécie: D. bridgesii

Nome Científico

Drymornis bridgesii
(Eyton, 1849)

Nome em Inglês

Scimitar-billed Woodcreeper


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Arapaçu-platino

O arapaçu-platino é uma ave passeriforme da família Dendrocolaptidae. Está ameaçado de extinção pela destruição de seu habitat natural.

Características

Mede de 29 a 35cm de comprimento. O arapaçu-platino pode ser facilmente confundido com um pica-pau principalmente quando se apóia verticalmente em cima de um tronco, sobre as fendas das árvores. Mas existem muitas diferenças entre essas aves: com seu bico longo e curvo, não martela na madeira à procura de alimento: usa-o como uma pinça,por entre as frestas mais profundas e estreitas de vegetais. Espécie semiterrícola campestre. Sintópico com o arapaçu-de-cerrado (Lepdocolaptes angustirostris), apresenta certa analogia com o gênero Nasica na morfologia embora tenha bico curvo e não retilíneo. Quando perturbado, arrepia as penas do píleo e da garganta e em protesto, voa para as árvores buscando proteção aos gritos, como faz o pica-pau-do-campo ( Colaptes campestris).

Alimentação

Alimenta-se de aranhas, centopéias, insetos e larvas de formigas, tanto nas árvores como no solo. Com seu longo bico, vasculha bromélias, cactos e cavidades nas árvores.

Reprodução

Como outros arapaçus, nidifica em ocos de árvores e às vezes ocupa ninhos abandonados de joão-de-barro (Furnarius rufus), vizinho de habitat com frequência.

Hábitos

Vive em matas secas e campos com árvores esparsas e arbustos espinhentos próximos a rios. Habita um tipo de campo muito específico, formado por algarrobos, inhanduvás e espinilhos, principalmente. A área de ocorrência desse arapaçu foi pouco a pouco suprimida, cedendo lugar ao cultivo de arroz e às pastagens. O que restou dessa vegetação está no Parque Estadual do Espinilho (oeste do Rio Grande do Sul), que não possui mais de 1650 hectares e sofre com queimadas.

Distribuição Geográfica

No Brasil ocorre nas matas ciliares do município de Uruguaiana e no Parque Estadual do Espinilho,Rio Grande do Sul. Também ocorre na Bolívia, Paraguai, Uruguai e Argentina.

Referências

Galeria de Fotos